No campo da cura UV, muitos fabricantes frequentemente encontram este dilema: "A superfície do adesivo parece seca ao toque, mas quando você a abre com um pouco de força, a camada subjacente ainda está líquida." Este fenômeno não apenas leva à perda da força de ligação, mas também pode causar transbordamento do adesivo ou amarelamento nos estágios posteriores do desenvolvimento do produto. Para resolver este problema, precisamos entender profundamente o delicado equilíbrio entre "secagem superficial" e "cura profunda", e como alcançar a cura perfeita ajustando cientificamente a potência da lâmpada UV.
O processo de cura de adesivos UV é essencialmente um processo no qual os fotoiniciadores absorvem energia ultravioleta, iniciando a polimerização do monômero.
Secagem Superficial (Superfície Seca):A luz ultravioleta irradia a superfície do adesivo. Como o oxigênio inibe a cura (inibição por oxigênio), a superfície normalmente requer uma alta densidade de potência de luz (intensidade) para ativar instantaneamente iniciadores suficientes para neutralizar os efeitos do oxigênio e obter uma sensação de secura.
Cura Profunda (Interna Seca):A luz ultravioleta deve penetrar na camada adesiva para atingir o fundo. No entanto, pigmentos, cargas e até mesmo os próprios fotoiniciadores no adesivo absorvem ou dispersam a luz ultravioleta. Se a superfície absorver muita energia, a energia luminosa que atinge o fundo será drasticamente reduzida.
Muitos operadores acreditam que "secagem incompleta significa potência insuficiente", então eles aumentam cegamente a saída da lâmpada UV. No entanto, isso geralmente tem o efeito contrário:
Para obter a cura abrangente de dentro para fora, recomenda-se ajustar a potência nas três dimensões a seguir:
Teste de dureza: Use um durômetro Shore para medir a dureza do adesivo curado e compare a diferença de dureza entre a superfície e o substrato.
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